O que fazer em uma conexão na Cidade do México

  • 07 de junho de 2018


A Cidade do México foi nosso último destino de uma viagem surpreendente que fizemos pelo México passamos pelas cidades de Cancún, Isla Mujeres, Playa Del Carmen, Chichen Itza, Valladolid, Cozumel é Tulum. Clique em cada uma das cidades e vá diretamente para suas respectivas matérias.

Tivemos apenas pouco mais de 15 horas para aproveitar a cidade, porém fizemos mágica com esse tempo e exploramos muita coisa dessa cidade até então pouco conhecida por nós.

 

Chegamos no aeroporto às 3 da manhã, pegamos um táxi para o centro (custou cerca de 12 usd) e fomos direto para o hotel Punto MX, hotel novo com excelente localização no centro da cidade a poucos paços das principais atrações e ótima estrutura. 

 

Esse hotel foi mais uma escolha maravilhosa da @agenciabrasiltn, empresa alagoana que organizou todo nosso roteiro, compra de passagens, reserva de hotéis e emissão do seguro viagem. 

 

Descansamos um pouco e antes das 8:00 da manhã já estávamos prontos para explorar a capital mexicana. Contratamos um carro privado no estilo remisse (custou 65 usd) no hotel e fomos direito para a Basílica de Guadalupe, um dos principais templos religiosos do México.

O local foi construído no Monte Tepeyac e foi dedicado à Virgem de Guadalupe, sendo o principal templo católico do continente americano recebendo mais de 20 milhões de fiéis por ano. Passamos cerca de 15 minutos no local e tivemos oportunidade de entrar na Basílica e fazer algumas fotos nos arredores do complexo.

 

De lá seguimos para as Pirâmides de Teotihuacán, que é uma das atrações mais conhecidas de todo o México e é chamada de Cidade dos Deuses.

Teotihuacán fica localizada a 45 km do centro da cidade, mais ou menos uma hora e meia de viagem em um dia de semana ou um hora nos finais de semana. Chegamos no parque por volta das 9:30 da manhã pouco após a abertura do local e o Parque ainda estava bem vazio.

 

Exploramos as pirâmides de  Teotihuacán por uma hora e meia, tempo suficiente para percorrer as principais atrações: Pirâmide do Sol, com 65 metros de altura e a segunda maior do México; a Pirâmide da Lua, com 45 metros; e, a Calzada de los Muertos, com 4 km de extensão e principal avenida de Teotihuacán.

Subimos nas duas principais pirâmides e tivemos uma vista privilegiada do parque de dois ângulos diferentes. Tiramos várias fotos e curtimos todo aquele visual. O local é bastante organizado e o ingresso custa menos de 5 usd. Compramos o ingresso na hora e não enfrentamos nenhuma fila.

Para se ter uma ideia da grandiosidade do local Teotihuacán era uma cidade com mais de 20 mil km² e com mais de 2 mil conjuntos residenciais. Segundo os estudiosos o auge de Teothuacán aconteceu entre os séculos III e V, quando mais de 100 mil pessoas moravam na cidade.

 

Dentro do sítio arqueológico existem diversos ambulantes vendendo souvenirs relacionados com as pirâmides. Negociem bastante pois os preços costumam cair bastante.

De lá seguimos para o centro da Cidade do México e exploramos a praça do Palácio de Bellas Artes, uma das praças mais bonitas da CDMX (abreviação de Cidade do México), e aproveitamos para subir no Café Finca Don Porfirio para ver aquela vista clássica do Palácio de Bellas Artes, um dos principais cartões postais do México. 

Para subir é bem simples. Basta acessar até o 8 andar do empresarial que existe em frente ao Palácio e entrar no café. Tomamos uma água e um capuchinho por lá e depois andamos pelas ruas do centro da cidade. 

O centro da CDMX é bastante organizado e é lá onde tudo acontece. As principais lojas de departamento internacionais estão instaladas por lá (Forever 21, H&M, C&A, entre varias outras) e o fluxo de pessoas é bem grande. Lembrou até a Calle Flórida, principal rua do centro de Buenos Aires, Argentina.

 

Fomos até a Praça Zócalo, principal praça da Cidade do México e local onde fica a Catedral da Cidade México, o Palácio Nacional e a Suprema Corte de Justiça. No dia que visitamos a praça estava toda decorada para um evento esportivo e existiam várias pessoas assistindo os jogos e torcendo para os seus times.

 

Os prédios dos arredores da praça são bem bonitos e lembra muito os prédios de arquitetura europeia. De lá seguimos até às lojas de artesanato que existem na Rua República Uruguai, mesma rua do hotel que estávamos hospedados, e marcela comprou várias peças do rico e bonito artesanato mexicano.

Por fim, fomos para nosso hotel tomamos um banho e pegamos um táxi para ir para o aeroporto e embarcamos para o Brasil.

 

Em que pese as poucas horas que passamos na CDMX conseguimos aproveitar e explorar várias atrações legais da cidade. Saímos com uma impressão muito boa da Cidade do México e já planejamos voltar para explorar com calma essa megalópole da América do Norte.

 

 

Hospedagem:

 

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Sobre o Autor

Marcio Vital Valença

Advogado e explorador do mundo nas horas vagas. Conhece mais de 55 países em todos os continentes. Instagram @marcionomundo


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