Dicas de Montreux e seus arredores

  • 01 de maio de 2017


Nossa segunda cidade base pela Suíça foi Montreux que fica na Suíça francesa, na beira do lago Genebra e é considerada grande para os padrões suíços.

 

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Pra chegar lá, pegamos o trem panorâmico mais famoso da Suíça, o Glacier Express. Esse trem tem o slogan “o trem expresso mais lento do mundo”, pois percorre, há quase 90 anos, um trajeto de 300 km em 8 horas, entre as cidades de St. Moritz e Zermatt! 
 


É o trem mais famoso e concorrido da Suíça, por isso, a reserva antecipada é obrigatória e custa 33 CHF por pessoa. 

 

 

Para quem tem Swiss Travel Pass válido, só é preciso pagar por essa reserva, já quem não tem, precisa comprar, ainda, o ticket do trem!


Chegamos em Zermatt por volta das 15h e mesmo sendo um domingo (dia que as coisas pelo país não funcionam) a cidade estava bem movimentada, com vários estabelecimentos abertos e cheio de gente na rua! Então foi bem legal andar por lá!

 

 

A estação de trem fica na rua principal da cidade que é minúscula e muito fofa! Então essa parada vale demais a pena! Dessa rua principal, a gente já conseguiu ver o monte Matterhorn! Sabe aquela montanha que está desenhada no chocolate Toblerone? É esse monte!

 


Claro que o mais recomendável era subir em um dos mirantes que tem por lá pra conhecer ele de perto, mas isso só é possível pra quem tem mais tempo, o que não era nosso caso, mas mesmo assim valeu muito a pena!

 

 

De lá, pegamos outro trem, agora para Montreux, nossa cidade base. A gente se hospedou no Golf Hotel René Capt que tem um ótimo custo-benefício e também recomendamos. A localização é ótima, tem vista para o lago, acesso direto a orla do lago, café da manhã delicioso e atendimento excepcional. É legal saber que os hotéis da cidade fornecem, gratuitamente, um cartão que permite o acesso aos transportes públicos de forma gratuita e desconto em algumas atrações turísticas. Para quem tem o Swiss Pass, ele ainda vale mais a pena. Conheçam todos os hotéis de Montreux CLICANDO AQUI.

 

 

O ponto turístico mais importante e famoso da cidade (e do país) é o Castelo de Chillion! Ele foi construído por volta do séc. X (não se sabe ao certo a data), fica situado à beira do lago da cidade e foi classificado como Monumento Histórico da Unesco.

 

 

Na entrada você recebe um mini-guia com o mapa, uma breve história do castelo e o nome de cada sala com uma explicação, tudo em português! O local conta também com áudio-guia, mas não tem em português. O melhor jeito de chegar, na nossa opinião, é caminhando pela beira do lago! O caminho chama Chemin Fleuri que, traduzido, significa caminho florido.

 

O castelo está aberto a visitação de abril à setembro das 9h às 19h, de novembro a fevereiro das 10h às 17h e em outubro e março das 9h30min às 18h. A entrada regular custa 12 CHF (mas quem tem Riviera Card tem 50% de desconto e com o Swiss pass sai de graça).

 

De lá a gente fez bate e volta para alguns lugares, um deles foi Vevey, que fica tão pertinho que tá mais pra um bairro do que pra outra cidade!
 


 

Se você é fã de Charles Chaplin, por lá você pode conhecer a casa onde ele viveu nos seus últimos 25 anos de vida e hoje transformada em museu! O museu é bem novo, foi inaugurado em 2016 e é bem elogiado! Não deu pra gente ir, mas fica a sugestão. O museu funciona todos os dias de 10h às 18h e custa 24 francos suíços.

 

Pra quem curte o assunto, por lá tem um museu interativo e moderno dedicado à alimentação, aos hábitos alimentares em partes do mundo! Ele funciona de abril a setembro das 10h às 18h; nos outros meses até às 17h. Não abre às segundas-feiras, como todos os museus do país, até mesmo os particulares. Custa 13 CHF (gratuito para quem tem Swiss Pass) e tem áudio guia em português (por 2 francos).

 

Outro bate e volta que a gente fez e recomenda é para as cidades de Broc Gruyere. Gruyerès é uma cidade muito fofa e, como o nome já indica, é a cidade produtora de queijo e, por isso, é possível visitar uma de suas fábricas. A fábrica se chama La Maison du Gruyerès e, ao descer na estação Gruyerès, você já estará na frente dela!

 


No passeio, você vai descobrindo um pouco mais sobre os queijos e vê algumas partes do seu processo de produção! A entrada é gratuita para quem tem swiss passa e no valor do ingresso já está incluso uma amostra do queijo (com 3 tempos de maturação) e um áudio guia (tem em português de Portugal)! Pra quem não tem, a entrada custa 7 francos. A fábrica funciona de junho a setembro das 9h às 17h e, nos outros meses, até as 18h.
 


Agora, muita gente vai na fábrica e deixa de visitar a vila da cidade (ou passa por lá rapidamente), nossa dica: não faça isso! A vila é linda e merece ser visitada com calma.

 


Aproveitando que estávamos cidade do queijo, fomos experimentar dois famosos pratos típicos do país, o fondue e a raclete! Nossa escolha foi o restaurante La Chalet, muito recomendado, e o valor do fondue de queijo foi de 29 CHF, 36 CHF o de carne e 29 CHF a raclette.

 


Uma opção bem recomendada e mais em conta é o restaurante do próprio museu, onde um fondue de queijo justa cerca de 24 CHF.


A principal atração da vila é o castelo de Gruyerès, que é um castelo medieval mais simples que os outros que a gente já conheceu pela Europa, mas a vista de lá é bem bonita e foi interessante conhecer pela importância dele para a cidadezinha.
Custa 12 CHF (gratuito pra quem está no trem do chocolate ou tem Swiss Pass) e funciona de abril a outubro das 9h às 18h. De novembro a março das 10h às 17h.

 

 

Pertinho de Gruyerès (24 minutos de trem, só descer na estação Broc Fabrique) fica a cidade de Broc, pra onde fomos no final do dia! Isso porque, ao contrário de Gruyerès, lá não tem nenhuma outra atração a não ser a fábrica de chocolate Cailler.
 

 

Essa foi a primeira fábrica de chocolate do mundo e, como boa chocólatra, não podia perder a oportunidade! A visita na fábrica é bem legal e organizada! Assim que você chega, eles agendam um horário para sua visita (por isso, não chegue tão perto do fechamento) e te entregam um áudio-guia (eles têm em português de Portugal). Daí você vai passando de sala em sala onde a história do chocolate e da fábrica vão sendo contadas. Depois, fomos pra sala de degustação experimentar as opções oferecidas e, por fim, na loja da empresa! Se você gosta de chocolate (quem não, né?), a visita é imperdível!

 


Custa 12 CHF (se você for no trem do chocolate ou tiver Swiss Pass, o passeio é gratuito) e funciona todos os dias das 10h às 17h! Entre novembro e março até às 16h.


Muita gente prefere fazer esse passeio (pra Gruyerès e Broc) em um trem chamado "Trem do Chocolate"! Quem faz, costuma amar! Se você escolher assim, precisa comprar uma passagem específica ou, caso você tenha Swiss Pass, precisa apenas pagar para reservar o assento (indispensável)! A gente optou por fazer por conta própria, pois queríamos ficar mais tempo em Gruyerès que parecia ser uma vila fofa (e confirmamos isso)!

 

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A gente amou os nossos dias nessa região e todas as cidades visitadas! Mas o próximo destino na Suíça também foi incrível e logo mais a gente fala sobre ele!



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Sobre o Autor

Rhyane Baena

Adora pesquisar e programar viagens... essa parte é quase tão boa quanto ir. Então por que guardar essas descobertas só pra mim? @rhyane


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